De acordo com Susana Mwenho apesar de existir uma casa vida, a primeira da história de Angola, pediram também ao governo que ajudem as organizações na obtenção de um espaço próprio para acolher utentes que procuram pelos serviços, intensificação do gam e na implementação de vários serviços inclusive actividades geradoras de rendimentos.
A responsável apontou também a discriminação e estigma aos seropositivos como uma das preocupações, das organizações que cuidam, convivem e apoiam pessoas portadoras do vírus da sida, acabando muitos seropositivos morrendo no silêncio com medo de aderir ao tratamento.
Apontou o mau atendimento por parte da equipa de enfermagem, chegando mesmo a discriminar rompendo a confidencialidade considerados pela lei 8, sobre o vih como crime punível no código penal. Exemplificou o caso de uma parturiente que foi chamada de seropositiva e foi rejeitada o atendimento tendo feito o parto pelas trabalhadoras de limpeza e uma outra que fez o parto no quintal de um centro médico.
Apontou ainda que os utentes tem acesso aos antiretrovirais falta-lhes alimentos para os três primeiros meses de tratamento já que apresentam debilidade física enquanto se adaptam aos médicos, na mesma senda falta leite lácteo para as crianças expostas nascidas de mães seropositivas.
Ekumbi-Ombaka é uma organização não governamental local, membro da rede provincial e do programa provincial de luta contra o VIH/SIDA, com intuito de reforçar as acções do governo na luta contra sida na Prevenção, reduzindo o risco de novas infecções, mitigação de impacto-reduzindo.
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