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domingo, 15 de maio de 2011

Famílias reflectem sobre a doença da Sida

O Dia Internacional da Família, assinalado a 15 de Maio, foi proclamado em 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objectivo de se chamar a atenção dos governos e responsáveis por políticas locais, para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para os seus direitos e responsabilidades.

 A data é celebrada anualmente no mundo com profundas reflexões sobre a realidade da família, pois, segundo considera a ONU, antes de tudo, “a família é fonte de vida. A vida é condição prévia à existência de qualquer direito”.
  
Este ano, a efeméride comemora-se sob o lema: “Enfrentar a pobreza e a exclusão familiar e social”.

No caso concreto de Angola, o Estado tem sido um agente dinamizador da transformação espiritual de muitas famílias, em particular no resgate dos valores éticos e morais que, ao longo de muitos anos de conflito, deram lugar a uma mentalidade imediatista e egoísta no seio da sociedade.

Na sua mensagem de fim-de-ano (29 de Dezembro de 2008), o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, considerou ser importante que os actuais avanços políticos, económicos e institucionais da Nação se façam sentir também nos planos social e no da mudança de mentalidades.
  
Disse ser necessário que o Estado encontre na sociedade e nas famílias aliados e parceiros, conscientes da tarefa que o Estado tem.

Genoveva Lino, Ministra da Família e Promoção da Mulher da R.A

  
“Não haverá desenvolvimento real nem modernização do país sem famílias estruturadas e saudáveis, capazes de favorecer o florescimento das novas gerações”, afirmou o Presidente José Eduardo dos Santos.

Segundo ainda o Presidente, “Nenhum esforço é demasiado para resgatar a dignidade e a integridade moral e espiritual das nossas famílias”.
  
Falou ainda sobre a violência doméstica, em particular contra a mulher, mais frequente e ainda pouco denunciada na sociedade angolana, bem como de todas as formas de abuso contra a integridade física e psicológica da criança, que deve ser combatida sem se vacilar.


“É preciso rever certos hábitos e tradições, principalmente no contexto da vida urbana, para defender sem reservas o estatuto da família bem estruturada, onde predomine o amor, a compreensão e o respeito recíproco, a cooperação e a igualdade de direitos, e se aceite a reprodução planeada e a paternidade responsável”, disse o Presidente.
  
Acrescentou que, quer na esfera familiar e nas relações económicas e sociais, quer no âmbito da administração pública, tem que se defender, acima de tudo, o princípio de que a Lei deve ser respeitada por todos, combatendo, tanto o abuso de poder e todas as práticas ilícitas, tanto o desrespeito pelas hierarquias estabelecidas.
  
Chamou a atenção dos pais e dos professores a estarem mais presentes, mais solidários e bem preparados para as suas responsabilidades comuns.
  
Contudo, a doença do século, HIV/Sida, tem afectado ainda, de forma trágica e profunda, muitas famílias.

 Segundo dados estatísticos, a nível mundial, o número de pessoas que vivem com HIV continua a crescer: 35 milhões, em 2001, e 38 milhões, em 2003. Mais de 20 milhões já morreram desde que os primeiros casos de SIDA foram identificados, em 1981.

 Em 2003, 15 milhões de crianças com menos de 18 anos ficaram órfãs devido ao HIV/Sida, dos quais oito em cada 10 vivem na África sub-sahariana. Milhares de crianças vivem em lares com membros da família doentes e a morrer.


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