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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Minsa pretende erradicar paludismo até 2025

O Ministério da Saúde pretende diminuir casos de malária a níveis mais baixo até o ano de 2025, em toda a região sul do país, segundo o coordenador nacional adjunto do programa de combate a malária, Nilton Saraiva, ouvido pelo Uhayele M´ombaka.

Segundo o epidemiologista através de intervenções técnicas e apoio de parceiros é possível eliminar os níveis da doença na região Sul, a menos endémica, do país até o ano de 2025, com uma meta de menos de 10 casos por mil habitantes.

”Estamos a criar todas as condições necessárias para os casos suspeitos de malária que aparecerem através de um teste rápido de diagnóstico ou por uma microscopia óptica para se medicar correctamente”, sublinhou.

Actualmente as unidades sanitárias do país testam o paludismo com o parasheque para além do Sdioline, introduzido recentemente, também mais rápido, sensível e específico que cobre duas formas da infecção.

O coartem é o medicamento adequado para o tratamento do paludismo no país, podendo utilizar-se o arsucan, que é uma combinação da amodiaquina com o artemether, segundo ainda o médico.

Instado sobre a vacina desta doença, disse que a nível da comunidade científica foram testadas algumas vacinas com alguma eficácia, mas não muito a nível do que se esperava. Entretanto, assegurou, há meses fez-se um ensaio de uma nova vacina com ratos e macacos em que se apresentou alguma eficácia.

“Agora vão começar os testes em humanos para podermos ver se é uma vacina que poderemos contar nos próximos anos”, culminou.

As regiões centro e norte são de alta endemicidade e estável, já a região sul, que inclui Namibe, Huila, Cunene e Kuando-kubango, é de baixa transmissão.

O país tem notificado, este ano, 2 milhões 500 a 3 milhões de casos suspeitos de malária.




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